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Diagnóstico de câncer renal: 5 perguntas que você deve fazer ao seu urologista

Receber a notícia de um câncer já assusta. A palavra por si só carrega um peso enorme. E quando o diagnóstico é de câncer renal, o medo pode ser ainda maior, principalmente porque não é um tipo de enfermidade tão falado quanto outros – trazendo uma sensação de desconhecimento e insegurança.

É comum sair da consulta com a cabeça cheia, tentando entender o que tudo aquilo significa. Surgem perguntas, dúvidas e preocupações (muitas vezes todas ao mesmo tempo).

Mas existe um ponto de virada importante entre o susto inicial e a confiança no tratamento: o acesso à informação certa.

É importante sentir que existe espaço para conversar com seu médico. Perguntar, pedir para repetir, dizer que não entendeu. Tudo isso faz parte do cuidado. Quando esse diálogo aberto é estabelecido, a jornada tende a ser mais leve e mais consciente.

Para te ajudar nesse momento, reunimos algumas perguntas que podem ser úteis para levar anotadas na próxima consulta. Confira!

Essa pergunta identifica o ”nome e sobrenome” da doença. A maioria dos casos é o carcinoma de células renais, mas existem subtipos (como o papilífero ou cromófobo) que definem o tratamento. O estágio (de I a IV) indica o tamanho do tumor e se ele está apenas no rim ou não. 

Saber isso é o que permite ao médico traçar o caminho exato para o seu caso.

Sim, a medicina evoluiu muito. Além de retirar o tumor, existem as terapias alvo e imunoterapia, que utilizam medicamentos para atacar células específicas ou ajudar seu sistema imune. Há também, por exemplo, a ablação, que destrói o tumor por calor ou frio sem grandes cortes. 

Entender essas opções ajuda você a participar da escolha do tratamento que melhor se ajusta à sua vida.

O objetivo principal é sempre a preservação renal. Será avaliado se é possível retirar apenas o tumor (nefrectomia parcial) para manter a função do rim. Mas, mesmo que um precise ser removido, o outro costuma compensar a função. 

Estar ciente disso ajuda você a entender quais cuidados terá com hidratação e exames de rotina no futuro.

Essa resposta define o foco do tratamento. 

Através de exames de imagem, será verificado se o tumor está apenas no órgão ou se houve metástase. A localização exata traz a segurança de que a equipe médica está olhando para o lugar certo e protegendo o restante do seu corpo.

Cada tratamento tem um reflexo diferente no corpo. Na cirurgia, os efeitos estão mais relacionados ao processo de recuperação física (mesmo no caso de cirurgias robóticas minimamente invasivas). 

Nas medicações, é possível que surjam sintomas como fadiga ou alterações na pele. Já na radioterapia, podem ocorrer irritações na área tratada, sensibilidade, cansaço ou outras reações específicas.

Ter esclarecimentos permite a prescrição de cuidados para amenizar os sintomas antes mesmo deles aparecerem, garantindo que você passe pelo processo com mais conforto.

Sabemos que o momento do diagnóstico é delicado. Mas lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho. O papel do urologista vai além do tratamento técnico – ele é seu principal aliado na busca por respostas e qualidade de vida!

Dessa forma, o entendimento claro do quadro clínico e a informação correta são pilares para um tratamento de câncer renal bem-sucedido. 

Ao fazer as perguntas certas, você assume o protagonismo da sua saúde e garante que cada etapa seja feita com segurança.

Precisa de acompanhamento e um olhar humano sobre o seu caso? 

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